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Vivendo o Inglês: como a exposição diária transforma o aprendizado

Músicas, filmes e jogos como aliados no processo natural e prazeroso de adquirir uma nova língua


Aprender inglês não se resume a decorar regras gramaticais ou passar horas repetindo listas de vocabulário. O verdadeiro salto acontece quando o idioma começa a fazer parte da rotina de maneira natural e prazerosa — e é justamente aí que entram as músicas, os filmes, os jogos e outras formas de exposição cotidiana ao inglês.

Ouvir músicas em inglês, por exemplo, vai muito além do entretenimento. As canções apresentam rimas, gírias e estruturas comuns do idioma falado. De forma quase imperceptível, o ouvinte absorve padrões sonoros, ritmo e expressões idiomáticas. Como destaca Rieb (2020), a música pode reforçar estruturas gramaticais e melhorar a percepção auditiva e a pronúncia dos aprendizes. Além disso, o envolvimento emocional com uma canção torna a aprendizagem mais significativa — aquela letra que você canta repetidas vezes acaba se fixando sem esforço.

Outro aliado poderoso são os filmes e as séries. Assistir produções em inglês, com áudio e legenda também em inglês, ativa múltiplas áreas do cérebro e cria conexões entre som, escrita e significado. Essa prática ajuda o aluno a internalizar o idioma em contextos reais de uso, incluindo expressões coloquiais, entonação, sotaques e vocabulário diverso. Alfaiz, Said e Irianti (2025) mostraram que esse tipo de exposição a conteúdos audiovisuais do cotidiano fortalece o aprendizado e aumenta a confiança para usar o inglês em situações reais.

 

E não dá para deixar de lado o papel dos jogos digitais. Muitos games exigem que o jogador leia instruções, compreenda diálogos e interaja com outros participantes. Em jogos de narrativa, por exemplo, o inglês aparece como ferramenta indispensável para avançar na história, e isso motiva a busca ativa por compreensão. Eklöf (2024) demonstra que os videogames, além de fornecerem vocabulário em contexto, também promovem o desenvolvimento da fluência oral e da compreensão escrita de maneira engajadora.

Todas essas atividades — músicas, filmes e jogos — compõem o que alguns estudiosos chamam de “extramural English”, ou seja, o inglês aprendido fora da sala de aula, em momentos espontâneos e muitas vezes prazerosos. Segundo Dewi (2024), essa exposição contínua e diversificada contribui significativamente para a aquisição da língua, pois aproxima o aluno do idioma de maneira emocional e afetiva, além de ampliar o contato com diferentes formas de uso real da linguagem.

Por isso, se você quer aprender inglês de verdade, mergulhe nesse universo. Cante alto no chuveiro, assista àquela série que ama com legenda em inglês, jogue aquele game que tanto te prende — e perceba, aos poucos, como o idioma começa a fazer parte de quem você é. Aprender inglês não precisa ser uma obrigação; pode (e deve) ser uma descoberta envolvente e cheia de significado.

Quer transformar o aprendizado de inglês em uma experiência leve, cotidiana e prazerosa?

No Instituto Cecília Meireles, acreditamos que a aquisição de uma nova língua vai além da sala de aula: ela acontece no contato diário com músicas, filmes, jogos e situações reais. Nosso ensino de Inglês valoriza o uso do idioma em contextos significativos, que despertam o interesse e o envolvimento dos estudantes. Agende uma visita e descubra como o inglês pode se tornar parte natural da rotina dos nossos alunos, de forma criativa, afetiva e cheia de sentido.


Por Danilo Tomesani – Professor do 6º Ano ao Ensino Médio

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